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    o índice de acidez e alcalinidade do solo pode alterar a coloração da hortênsia (Hidrangea macrophilla)
    em solos ácidos, ou seja, com pH abaixo de 6,5, surgem flores azuis;
    já em solos alcalinos, com pH acima de 7,5, surgem flores rosadas e até brancas.
    Para obter flores azuis, por exemplo, recomenda-se regar o canteiro duas vezes por ano com a seguinte mistura: 20g de sulfato de alumínio (pode ser substituído por pedra ume) diluído em 10 litros de água.
    Para obter hortênsias cor-de-rosa, faça primeiro uma poda na planta, para ajudar a eliminar parte do alumínio contido nas folhas. Depois, transplante-a para um novo canteiro, já preparado com 300g de calcário dolomítico por m2 .
    Para intensificar o tom azul-violeta das hortênsias: colocar de molho em água alguns pedaços de palha de aço usadas e depois aplicar a “água enferrujada” nas regas semanais das hortênsias, alternando com outras regas normais.
    JARDINAGEM
    Para ter um jardim florido uma boa dica é planejar o projeto
    Desenvolva uma pesquisa com variedades que crescem na mesma proporção
    Faça um esboço para a distribuição de cores de acordo com a área disponível
    Procure saber se o tipo de solo que você tem a disposição é alcalino, ácido ou neutro
    Aplique o tratamento indicado ao seu solo antes de iniciar o plantio
    Se voce não possui uma área térrea para desenvolver o seu jardim atente para as alternativas em vasos
    Observe a intensidade de luz no ambiente que voce quer ornamentar
    Escolha uma planta que se adapta ao lugar e ao seu gosto
    Abuse da sua criatividade, escolha vasos, faça arranjos e plante harmonia no seu ambiente
    PAISAGISMO
    O Paisagismo é temático.
    A harmonia é percebida em acordo entre o espaço físico e a distribuição ou forma da paisagem
    (imagem jd jap. André Pichuto Fibla )
    História dos Jardins
    É fundamental estudar a história dos jardins, porque ele é o reflexo do relacionamento humano com a natureza.
    A própria palavra jardim vem da junção do hebreu "gan" (proteger, defender) e "éden" (prazer, delícia)
    e expressa de certa forma a imagem de um pequeno mundo ideal, perfeito e privativo.
    Portanto, os grandes jardins da história são como um vocabulário do desenho idealizado da paisagem,
    como cada civilização desejava que ela fosse.
    É sobre essa tradição que se assentam nossas práticas e posturas em relação à paisagem.
    Dentro da atual classificação de estilos podemos citar as seguintes:
    Rural
    Contemporâneo
    Formal
    Colonial
    Mediterrâneo
    Oriental
    Tropical
    A Azaléia é a responsável pela cor nos jardins orientais
    sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
    Segundo Dora M. Bentes, especialista em terapia floral, aromoterapia e fitoterapia, de São Paulo, existem aparelhos capazes de medir o campo vibracional que cada uma das espécies vegetais emana. Diz ela: "é sabido que a energia das flores é compatível com as pessoas, o que evidencia as trocas de interferência entre ambas"

    Fala também, ainda que ter plantas por perto, seja em canteiros, seja em vasos com água, é uma forma de receber a influência de suas vibrações energéticas. As plantas que mais nos atraem, em geral, espelham nossas características principais ou, então, possuem algo que nos complementa e equilibra.


    O aroma das flores serve para relembrar os seres humanos o paraíso perdido, revitalizando sua alma, ao desbloquear as travas do inconsciente, que é a inspiração. O aroma inspira sempre novas visões, novas idéias, novos feitos, novas emoções. E, para tal, somente se faz necessário estar alerta, atento para aquilo que acontece a nossa volta, abrindo o coração para aceitar e acreditar no novo.


    Por exemplo, a Angélica (Polianthus tuberosa) com seus talos longos, como que saindo do chão para alcançar as alturas, traz a idéia de elevação, a busca do Eu superior, inspira confiança e fé, quando tudo parece ameaçado ou perdido. O perfume desta flor pode alentar esperança aqueles que passaram por um processo cirúrgico ou se encontram em tratamento de uma doença grave.



    Outro exemplo é a madressilva (Lonicera caprifolium), cujo perfume inspira-nos a libertação daquilo que nos prende ao passado, a uma felicidade perdida que jamais voltará, devolvendo-nos a capacidade de sonhar, recriando o presente por meio de novos desafios, de novos alentos. É um perfume que toca as pessoas angustiadas pela perda de pessoa próxima ou encontram-se em situações de transformações radicais e inesperadas.




    A frésia (Freesia sp.) inspira harmonia entre agrupamentos humanos, apoiados numa ética objetiva e superior. Tem um perfume inspirador para convenções, encontros e situações nas quais várias opiniões e idéias estarão sendo expostas e o entendimento, como busca do ponto comum, é fundamental.
     
    posted by Ana Maiz at 17:38 | Permalink | 0 comments
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    domingo, 24 de dezembro de 2006
    O Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Universidade de São Paulo (LPAE/USP) realizou um estudo que comprova que a planta Tradescantia pallida, a popular coração-roxo, ajuda no controle da qualidade do ar - é o biomonitoramento. A idéia do biomonitoramento foi do professor Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP, parceira no estudo. Em 1998, o professor descobriu as propriedades do coração roxo na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, por meio de um pesquisador chinês. "Essa planta é fácil de cultivar em qualquer lugar e tem alta resistência. O seu DNA (ácido desoxirribonucleico) registra os poluentes e suas mudanças", conta Saldiva.



    O biomonitoramento usando a Tradescantia pallida é ativo, uma vez que a planta já existia nos ambientes avaliados. Em termos práticos, ele se traduz na utilização do que Josanidia Lima chama de "teste Trad-MCN", que se baseia na contagem de micronúcleos em células mães de grãos de pólen na Tradescantia. "O uso deste teste permite determinar a capacidade de substâncias causarem danos ao material genético, levando à formação de micronúcleos ao fim da divisão celular. Uma freqüência elevada de micronúcleos nas análises é o indicador de que as substâncias afetam a planta", explica a bióloga.



    A estrutura do DNA e seus mecanismos de replicação e reparo são universais para todos os seres vivos, ou seja, o que causa danos ao material genético dos vegetais pode vir a causar danos aos cromossomos de seres humanos.


    Pesquisa realizada com a planta pelo Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Universidade de São Paulo
     
    posted by Ana Maiz at 07:41 | Permalink | 0 comments
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    Uma árvore isolada pode transpirar, em média, 400 litros de água por dia, produzindo um efeito refrescante equivalente a 5 condicionadores de ar com capacidade de 2.500 kcal cada, funcionando 20 horas por dia.
    Fonte: Guia de Planejamento da Arborização Urbana Cesp, CPFL e Eletropaulo.




    Nomeada cientificamente como Tropaeolum majus, a capuchinha acaba de revelar mais uma qualidade - a flor é rica em um carotenóide, a luteína, que está relacionada com a prevenção de doenças como a catarata e a degeneração macular, principal causa de cegueira entre pessoas com mais de 55 anos. A constatação está na dissertação de mestrado de Patrícia Yuasa Niizu, defendida junto à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp.
    Embora não haja uma recomendação "formal" quanto à quantidade a ser consumida, alguns estudos apontam que a ingestão "prudente" dessas substâncias auxilia no fortalecimento do sistema imunológico e na redução de doenças degenerativas, como as do coração, da visão e certos tipos de câncer. De acordo com Patrícia, existem pesquisas que apontam que cinco porções de frutas e verduras ao dia seriam adequadas para proporcionar ganhos à saúde.
    A Capuchinha, conforme a pesquisadora, poderia substituir uma outra flor, de nome Marigold. Embora não seja comestível, esta última é utilizada na composição da ração do frango. A luteína presente na Marigold reforça a coloração amarela tanto da pele da ave quanto da gema do ovo.
    É uma erva originária do Peru. As folhas e flores sao usadas empanadas ou em saladas frescas; os frutos sao usados no preparo de picles; os botoes florais servem para substituir a alcaparra e sao usados em conservas de vinagre e sal para temperar saladas e verduras cruas.
     
    posted by Ana Maiz at 06:54 | Permalink | 0 comments
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    Receptores olfativos, localizados no interior do nariz, captam os odores e, por meio do nervo olfativo, os enviam ao cérebro, para uma região onde são registradas as atividades sensomotoras relacionadas com as nossas sensações mais primitivas, como fome e sede. Isso explica porque, muitas vezes, ao sentir um perfume (de uma flor, por exemplo) conseguimos lembrar de alguém ou de um fato ou, ainda, de uma sensação de tristeza, alegria ou saudade. Como verdadeiras tatuagens, os aromas ficam registrados para sempre em nosso cérebro.




    Segundo um estudo da Flowers and Plants Association da Inglaterra, manter um vaso com rosas ou lírios perto da cama ou do sofá ajuda a relaxar e aumentar a sensação de bem-estar. A explicação, segundo a associação, é que essas flores contém feniletilamina. A substância, responsável pelo perfume, estimula o organismo a liberar endorfina, hormônio que produz sensações de prazer. Mas atenção: os alérgicos a flores não podem arriscar e devem mantê-las bem longe do quarto!
     
    posted by Ana Maiz at 06:34 | Permalink | 0 comments
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    quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
    Uma espécie de samambaia é capaz de absorver arsênico - um metal altamente tóxico e cancerígeno, que contamina o solo e água, podendo até matar. Esta samambaia, cujo nome científico é Pteris vittata, é originária da África, mas ocorre no mundo todo, inclusive no Brasil. Ela é o que os cientistas chamam de "hiperacumulador" e concentra em sua folhagem até 126 vezes mais arsênico do que a quantidade encontrada no solo. Por essa razão, um grupo de pesquisadores de universidades estaduais da Flórida e da Geórgia, nos EUA, acredita que ela pode ser usada para limpar resíduos tóxicos no solo. Desta forma, essa samambaia funcionaria como um "bioremediador", ou seja, um organismo capaz de eliminar substâncias nocivas do ambiente.


    O cacto é utilizado como guardião por algumas correntes do Feng Shui, por ser considerado um purificador de ambientes. Segundo os especialistas desta técnica milenar, o cacto age como uma barreira para os raios gama emitidos por aparelhos de TV e computadores.



    Estudos realizados nos Estados Unidos, especialmente pela Nasa, estão indicando que as plantas realmente apresentam propriedades purificadoras de ambientes. A espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata), por exemplo, elemento de proteção na umbanda, funcionaria como uma purificadora, pois absorve formaldeídos liberados por madeiras, tecidos sintéticos e carpetes.
     
    posted by Ana Maiz at 09:43 | Permalink | 1 comments
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    terça-feira, 5 de dezembro de 2006
    A Vida Oculta das Plantas
    Para os estudiosos da vida oculta das plantas, não há dúvida de que elas estão sempre afinadas com as vibrações dos homens e suas necessidades físicas e emocionais. Um exemplo prático disso seria o nascimento espontâneo de certas plantinhas em quintais e hortas. Os pesquisadores dizem que isso não acontece por acaso: quem mora ali pode estar precisando justamente da energia daquelas plantas.

    Para o pesquisador espanhol Matias Diego, existem as plantas de atração ou verticais, que sugam energia através da copa, podendo retê-la em seus frutos, como o pinheiro. As plantas de rejeição são aquelas que recebem energia, mas a elimina para a terra, através de suas extremidades, como o chorão e o pé de café. Já as plantas de manutenção condensam toda a energia em suas folhas largas, como o antúrio e a bananeira.


    Segundo essa teoria, há uma constante troca de energia entre as plantas e o homem, seja ao contemplar uma flor, ao cultivar uma planta em casa ou levá-la junto ao corpo. Daí talvez o velho hábito de carregar um galhinho de arruda atrás da orelha para afastar mau-o-Ihado. Matias Diego lembra que as plantas podem até mudar o humor das pessoas que ali convivem. "Mas é preciso haver uma intenção de quem utiliza a planta. Tudo depende do que cada um sente. Não existe energia boa ou má. As plantas são apenas seres abertos para contatos profundos."
     
    posted by Ana Maiz at 16:56 | Permalink | 0 comments
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