Segundo Dora M. Bentes, especialista em terapia floral, aromoterapia e fitoterapia, de São Paulo, existem aparelhos capazes de medir o campo vibracional que cada uma das espécies vegetais emana. Diz ela: "é sabido que a energia das flores é compatível com as pessoas, o que evidencia as trocas de interferência entre ambas"
Fala também, ainda que ter plantas por perto, seja em canteiros, seja em vasos com água, é uma forma de receber a influência de suas vibrações energéticas. As plantas que mais nos atraem, em geral, espelham nossas características principais ou, então, possuem algo que nos complementa e equilibra.
Fala também, ainda que ter plantas por perto, seja em canteiros, seja em vasos com água, é uma forma de receber a influência de suas vibrações energéticas. As plantas que mais nos atraem, em geral, espelham nossas características principais ou, então, possuem algo que nos complementa e equilibra.
O aroma das flores serve para relembrar os seres humanos o paraíso perdido, revitalizando sua alma, ao desbloquear as travas do inconsciente, que é a inspiração. O aroma inspira sempre novas visões, novas idéias, novos feitos, novas emoções. E, para tal, somente se faz necessário estar alerta, atento para aquilo que acontece a nossa volta, abrindo o coração para aceitar e acreditar no novo.
Por exemplo, a Angélica (Polianthus tuberosa) com seus talos longos, como que saindo do chão para alcançar as alturas, traz a idéia de elevação, a busca do Eu superior, inspira confiança e fé, quando tudo parece ameaçado ou perdido. O perfume desta flor pode alentar esperança aqueles que passaram por um processo cirúrgico ou se encontram em tratamento de uma doença grave.
Outro exemplo é a madressilva (Lonicera caprifolium), cujo perfume inspira-nos a libertação daquilo que nos prende ao passado, a uma felicidade perdida que jamais voltará, devolvendo-nos a capacidade de sonhar, recriando o presente por meio de novos desafios, de novos alentos. É um perfume que toca as pessoas angustiadas pela perda de pessoa próxima ou encontram-se em situações de transformações radicais e inesperadas.









Uma espécie de samambaia é capaz de absorver arsênico - um metal altamente tóxico e cancerígeno, que contamina o solo e água, podendo até matar. Esta samambaia, cujo nome científico é Pteris vittata, é originária da África, mas ocorre no mundo todo, inclusive no Brasil. Ela é o que os cientistas chamam de "hiperacumulador" e concentra em sua folhagem até 126 vezes mais arsênico do que a quantidade encontrada no solo. Por essa razão, um grupo de pesquisadores de universidades estaduais da Flórida e da Geórgia, nos EUA, acredita que ela pode ser usada para limpar resíduos tóxicos no solo. Desta forma, essa samambaia funcionaria como um "bioremediador", ou seja, um organismo capaz de eliminar substâncias nocivas do ambiente.
